Liberdade por arquitetura
A liberdade de expressão deve ser protegida por desenho técnico, e não apenas por declarações jurídicas abstratas.
Proposta técnico-jurídica independente
A liberdade de expressão por arquitetura, sem gargalos centrais.
A liberdade de expressão não pode depender da permissão técnica de governos autoritários, registradores centrais, plataformas dominantes ou intermediários capturáveis.
A Internet 5.0 propõe que a liberdade digital seja protegida por arquitetura: sessões seguras, nomes resistentes à censura, identidade criptográfica verificável, múltiplos caminhos de acesso, integridade de conteúdo, reputação plural e governança ética sem backdoors.
A liberdade de expressão deve ser protegida por desenho técnico, e não apenas por declarações jurídicas abstratas.
A verificabilidade deve provar controle criptográfico e continuidade, não impor RG digital universal.
Nomes humanos são aliases de conveniência; a confiança nasce da chave, do histórico, da prova de uso e da reputação.
Leitores não devem precisar de identidade persistente para acessar conteúdo público.
Golpes e phishing devem ser combatidos com reputação plural e alertas, não com backdoors ou kill switches.
Nenhuma entidade deve controlar globalmente nomes, reputação, identidade ou rotas.